Vista parcial da exposição individual Fallacious memory (2014) na Caroline Pagès Gallery, Lisboa
Fotografia © Caroline Pagès Gallery



Sem título (Série Fallacious memory #1), 2014
Lápis de cor, pigmentos e gesso acrílico sobre papel de algodão
20,3 x 25,5 cm



Sem título (Série Fallacious memory #2), 2014
Lápis de cor, pigmentos e gesso acrílico sobre papel de algodão
20,3 x 25,5 cm




Sem título (Série Fallacious memory #3), 2014
Lápis de cor, pigmentos e gesso acrílico sobre papel de algodão
20,3 x 25,5 cm



Sem título (Série Fallacious memory #4), 2014
Lápis de cor, pigmentos e gesso acrílico sobre papel de algodão
20,3 x 25,5 cm



Sem título (Série Fallacious memory #5), 2014
Lápis de cor, pigmentos e gesso acrílico sobre papel de algodão
20,3 x 25,5 cm




Sem título (Série Fallacious memory #6), 2014
Lápis de cor, pigmentos e gesso acrílico sobre papel de algodão
20,3 x 25,5 cm




Sem título (Série Fallacious memory #7), 2014
Lápis de cor, pigmentos e gesso acrílico sobre papel de algodão
20,3 x 25,5 cm




Sem título (Série Fallacious memory #8), 2014
Lápis de cor, pigmentos e gesso acrílico sobre papel de algodão
20,3 x 25,5 cm




Sem título (Série Fallacious memory #9), 2014
Lápis de cor, pigmentos e gesso acrílico sobre papel de algodão
20,3 x 25,5 cm


«Na segunda exposição individual, entre importantes colectivas AnaMary Bilbao procede a palimpsestos por inversão: não apaga o que “escreve” (ou risca) sobre o suporte para de novo o poder fazer. Antes é a acumulação de traçados e camadas de gesso que permite discernir as bases de onde tudo parte. Curiosamente, o facto de os trabalhos serem resultado de gesso sobre papel não lhes retira uma impressão de fina pele pictórica. A autora preenche uma folha com traços de lápis amarelo. Depois tal é coberto de camada de gesso ocre-terra. Sobre esta camada nova inscrição de traçados verdes, gesso, lápis terra sena e, por fim, gesso. Mas a ordem pode ser outra. No final, um estilete actua, risca e faz a arqueologia de cada desenho, mostrando a invisibilidade de tudo o que vemos.» Por Carlos Vidal, «Desenho e Memória» (2014)


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